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Idealizando um Sonho

Bom dia amigos!

Hoje é dia 11/03/2019, segunda-feira começando cheio de trabalho.
Estou entusiasmada porque se der tudo certo, hoje levo minha carteira para assinar na contabilidade.
O Thiago, meu patrão, também pediu que eu comprasse um microondas. Vai ser bom porque eu almoço aqui e trago marmita térmica todos os dias.
O Daniel voltou pra Uberlândia hoje de manhã.
Eu sei que vai da certo, não vai ser fácil. Mas a gente vai se organizar e juntos conseguiremos conquistar todos os nossos planos. Pelo menos eu vou me esforçar. E quando eu for pra Uberlândia ficar com ele, terei mais experiência profissional e de vida.
E além do mais, já não terei mais a faculdade. É claro que terei outras novas responsabilidades, até porque, não podemos parar de estudar. Temos que continuar investindo.
Nesse fim de semana, consegui arrumar meu quarto, fazer um dos meus trabalhos previstos, arrumar meu cabelo e passar o domingo com meu namorado.
Nesta semana, pretendo pagar minhas contas, estudar e fazer trabalho da faculdade, ler pelo menos alguns páginas do livro que já dei início (P.S. Ainda amo você - da Lara Jean), pretendo sorrir e investir em mim.
Aliás, acho que devemos praticar a arte de sorrir todos os dias. Permitir nos perdoar, nos elogiar, nos arrumar e nos achar mais bonitas. Pretendo organizar as minhas metas da semana também e os meus planos pro ano.
Se der tudo certo, vou tentar organizar melhor minha alimentação também, para garantir minha saúde. Já que ainda não consigo me organizar para práticas de exercício físico, pelo menos na alimentação já ajuda a aguentar a barra por um tempo.
E é isso. A dica de hoje é:
  • beba muita água;
  • se elogie;
  • sorria;
  • leia um livro;
  • esqueça um pouco do amanhã;
  • reclame um pouco menos que ontem.
E até a próxima.
Abraços
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Hoje é dia 08/03 - dia das mulheres - e eu estou no trabalho mais uma vez. Hoje recebi a resposta definitiva que terei que ficar aqui e não poderei ir para Uberlândia. Deixarei que me registre então e me esforçarei para ter um bom ano. Isso porque ainda estou chateada, meu namorado está longe, ainda ando de ônibus para todos os lugares, estou gastando uma grana para conseguir concluir minha habilitação - sem sucesso (AINDA) - mas eu preciso me conformar e acima de tudo pensar que até uns meses atrás tudo o que eu pedia era um emprego registrado e minha carteira de moto. Hoje é o que eu tenho, estou a um passo de conquistar ainda mais os meus sonhos e eu fico lamuriando e reclamando o tempo todo. A minha vida é maravilhosa. Eu tenho pessoas incríveis do meu lado, boas colegas de trabalho, uma boa faculdade (com bolsa), uma mãe maravilhosa que faz tudo e de tudo pra mim, tenho um namorado incrível que torce por mim e me incentiva todo o tempo. Eu tenho tudo, mas ainda assim reclamo, ainda assim fico chateada e ansiosa.
Eu quero poder fazer o melhor dos meus dias. Quero aproveitar cada instante, para aprender, para diminuir os meus medos, para evoluir, para rir, ter pensamentos positivos, me alimentar melhor e dar o melhor que eu puder para mim mesmo e para as pessoas que eu amo.
Eu não quero esperar mais um ano para ser melhor no próximo. Eu quero ser melhor agora. E a partir de hoje vou me exercitar em pensamentos positivos. Se alguém chegar a ler isso algum dia, ou mesmo eu no futuro, pratique esse desafio que eu mesma estou me impondo. Sempre que me pegar reclamando, vou bater na primeira superfície que encontrar 3 vezes e repetir frases contrárias as minhas reclamações. Vou me permitir sorrir, ler, cantar, dançar, conversar com as pessoas, escrever, comprar coisas novas pra mim, aceitar novos desafios, me perdoar todos os dias, me aceitar todos os dias, me elogiar todos os dias. Porque eu sou uma pessoa incrível. Eu luto todos os dias para ter uma vida melhor, para não depender de ninguém e busco sempre não fazer mal as pessoas. Eu não sou uma pessoa preguiçosa, fico cansada e sou reclamona, mas eu sei que sou forte o bastante para vencer qualquer batalha. Independentemente da opinião de qualquer pessoa.
A partir de amanhã vou me organizar melhor. Vou organizar as coisas da minha faculdade. O meu quarto. Minha rotina. E vou aproveitar o meu dia. Nada vai me chatear a partir de agora. Talvez eu deva listar também dar uma volta com a Mabel, minha cadela. Ela quase nunca passeia e sei que isso estressa ela também. Talvez nós duas estamos precisando um pouco disso.
E por hoje é isso. Espero que os próximos desabafos também sejam melhores que este e que eu consiga melhorar cada vez mais minha auto estima.
Até a próxima.
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Um pouco demais pro mundo, pequena demais pra suportar tudo sozinha e forte o bastante para apoiar alguém. Tem um coração grande e todos os sonhos do mundo. Tem valores próprios e ama aquilo que lhe dão naturalmente por amor. Seu maior objetivo é a felicidade, mas ela não quer só um final feliz, ela quer ser feliz a vida toda. Tem seus momentos de fraqueza mas é quase sempre uma inspiração. Às vezes é certa demais, ás vezes aventureira demais, mas vai ser sempre um pouco demais pro mundo.

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Eu não cheguei a contar pra vocês que uma colega da faculdade me indicou para um serviço como secretária em um escritório de consultoria ambiental, rural e topografia. Naquela época eu estava decidida estudar para concurso, tirar minha habilitação e depois procurar um estágio para me concentrar no meu TCC que estava prestes a fazer esse ano. Não queria mais um emprego porque achei que pudesse me atrapalhar nestes planos. Mas quando surgiu a oportunidade eu não consegui recursar. Eu queria um emprego há tanto tempo, isso me daria experiência na carteira e talvez ficaria mais fácil depois da faculdade. Eu já estava sabendo que o Daniel iria pra Uberlândia e mesmo sabendo que no fundo sentiria falta dele e que queria ir junto, seria melhor eu ficar, ganhar experiência, tirar minha carteira, terminar minha faculdade e ir o ano que vem. Estaria mais preparada.
Então fui fazer a entrevista e o proprietário é primo de um colega da faculdade, sem contar que uma das recém formadas engenheiras contratadas me conhecia da UFTM. Tudo indicava que o emprego era meu. Então deu certo e no dia 15 de janeiro de 2019 eu comecei a trabalhar na Vértice Consultoria, um dia depois de terminar meu estágio na UFTM. No começo era tudo muito novo pra mim. Eles desenvolviam um trabalho que eu não conhecia e demorei para me acostumar. Daí começaram a vir as chateações. Eu tinha que trazer marmita térmica todo dia se não comeria comida fria, estava pagando pelo meu vale transporte do ônibus e o que mais me desanimava: dirigir. Eu já tinha me habilitação de carro, mas não me sentia preparada para dirigir, ainda mais um carro que não é meu. Eu tenho medo. Mas sou obrigada a ir nos lugares de carro quando me pedem e odeio. Queria que eles respeitassem o meu tempo. Outro dia eu fui sozinha buscar o carro na oficina e quando voltei não baixei o freio de mão, ou não baixei direito, sei lá; só sei que começou um fumaça e um cheiro horrível de queimado que eu tive que parar o carro na hora e quase morri do coração. Nesse dia me senti mais inútil ainda. E pra completar eu acordo às 05:20 da manhã todos os dias pra chegar antes das 07:30 e trabalho até as 17:45, pra ir direto pra faculdade, quando não tenho as terríveis aulas de moto ou o exame né.
Nesse fim de semana passei o feriado de carnaval com o Daniel em Uberlândia e tinha decidido que iria morar com ele lá, arrumar um emprego lá e terminar de tirar minha habilitação lá. Mas depois que paramos pra pensar, o Daniel vai receber um bom salário lá e então eles não aceitarão minha bolsa da faculdade. Sem minha bolsa da faculdade, não posso ir pra Uberlândia.
Hoje é dia 06 de março de 2019, quarta-feira santa e eu estou no trabalho, aproveitando uma hora vaga para desabafar. Tenho que aceitar que vou ver meu namorado poucas vezes daqui pra frente. Tenho que me contentar que tenho minhas dificuldades e vou levar um tempo para concluir minha habilitação. Até lá, não terei moto e terei que enfrentar ônibus cheio pra ir e voltar. Acho que terei que deixar assinar minha carteira de trabalho mesmo. Assim terei meus direitos garantidos. Eu acredito que um dia conseguirei minha habilitação, não sei quando mas uma hora vai da certo. Então eu poderei comprar minha moto e talvez as coisas fiquem um pouco mais fáceis. Mas eu pretendo que em algum dia de dezembro eu peço demissão e levo minhas coisas pra Uberlândia. Peço a Deus que já esteja habilitada e com a minha moto. Depois é só conquistar um bom emprego lá e então estarei mais preparada para estar com ele. Pelo menos minha faculdade estará concluída.
Sabe, eu acho que não sou uma pessoa ruim. Eu acordo cedo todos os dias e corro atrás dos meus sonhos, luto não tenho vergonha disso. Mas eu sinto que preciso enfrentar tantas dificuldades que ás vezes sinto que sou fraca demais pra aguentar. Não tem sido fácil. Tenho que enfrentar meus medos e cansaços todos os dias. Cada dia é uma batalha. Talvez isso seja pra aprendizado e me fazer crescer. Mas eu me sinto doente às vezes, ao ponto de perder o sono de ansiedade. E sabe, eu já me peguei várias vezes, por vários anos desejar que tudo passe logo, que o ano passe logo. Mas a verdade é que os anos estão passando depressa e as dificuldades parecem não ter fim. Eu só quero poder viver dias melhores. Quero que essa fase ruim passe logo.
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Eu aceitei então a proposta dele. No dia seguinte eu já iria pro estágio de forma remunerada, mas assim que esse dia chegou eu já não aguentava mais. Foi a gota d'água para mim. Eu mal havia chegado no escritório e já estava sendo tratada de qualquer jeito. Eu já conseguia mais segurar minhas lágrimas e sentia que estava ficando doente. Então eu levantei e fui até o sócio, marido da mulher, dizer que não queria mais a proposta. Ele disse que iria almoçar e já conversava comigo. Mas não foi o que aconteceu. No lugar dele, veio ela, gritando, me dizendo coisas horríveis como se quisesse colocar a culpa de tudo que estava acontecendo em mim. Dizendo que eu era fraca e não aguentaria estar no lugar dela, que eu nunca havia trabalhado antes e não tinha experiência nenhuma, que ainda passaria por coisas piores. Se ela queria me colocar lá em baixo, ela conseguiu. No fim das contas, percebeu que havia feito besteira e que precisava de mim. Eles tinham muito serviço e pagariam só a metade do salário para eu ajudá-los e eles não tinham tanto dinheiro assim mais. Eu era a salvação para eles. Ela me pediu desculpas, disse que me entendia e que realmente não deveria ter me tratado daquela forma e disse que eles precisavam de mim lá. Eu enxuguei minhas lágrimas e disse que continuaria. Mas fui embora chorando e em casa minha mãe e o Daniel disse que eu não ficaria lá mais, não estava sendo bom pra mim.
No outro dia, fui até o escritório e coloquei um ponto final no meu sofrimento. Era melhor ficar desempregada e sem dinheiro do que doente suportando o mal humor dela. Eu chorei muito por dias e senti que nunca conseguiria um bom emprego, que não era boa o bastante e que talvez ela tinha razão, talvez fosse culpa minha as coisas não darem certo.
Continuei meu estágio na UFTM, era o último mês. E aí eu decidi tomar a atitude de tirar minha habilitação de moto. Porque se eu conseguisse um emprego, seria tudo muito corrido e com uma moto as coisas poderiam ficar mais fáceis, talvez menos cansativo. O Daniel me emprestou o dinheiro então e aí eu comecei as aulas.
Eu sou uma pessoa medrosa, então tive uma dificuldade imensa nas aulas. Eu não tinha confiança e me desequilibrava muito no início. Com o tempo fui melhorando e fui pra pista de cima, a que faz o exame. Tinha as minhas dificuldades e os meus medos, mas acreditava que daria certo e que não seria tão difícil quanto foi a de carro. Mas foi. No meu primeiro exame eu fiz todas as etapas mas desequilibrava as vezes e perdi 4 pontos por movimentos irregulares. O máximo que podia perder era 3. Na segunda vez eu estava tão, tão nervosa, havia pagado um valor absurdo na reprova que eu não esperava e fui nervosíssima fazer o exame. O resultado foi que eu não consegui nem concluir a metade da prova, caí o pé errado e perdi 3 pontos de uma vez e foi reprova na hora, nem pude terminar a pista. Fiquei chatiadíssima, chorei muito e pensei em desistir várias vezes. Meu psicológico estava abalado demais pra ficar pagando um valor altíssimo todo mês para chegar la, ficar nervosa e perder tudo em 2 minutos. E é aí que eu chego no meu momento atual.
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Eu estava tentando pensar no quanto aquilo tudo iria me trazer resultados positivos um dia. Eu "trabalharia" mais, mas poderia ser contratada no escritório futuramente e então teria um emprego como eu queria. Mas o pior pesadelo da minha vida estava acontecendo. A única funcionária do escritório era esposa de um dos sócios e era ela que ficava por conta de me passar as atividades do estágio. No começo foi tão bom, eu estava aprendendo muito e estava gostando, estava dando tudo certo. Mas quando estava com quase 1 mês de estágio, ela foi mudando comigo. Me tratava mal e fazia grosseria o tempo todo. Não me passava as atividades da forma certa e me cobrava serviço o tempo todo. Eu fiz de tudo para ajudar o escritório. Eu dava o meu melhor. Mas saí de lá chorando várias vezes e decidi que não queria ficar. Só que era uma pressão muito grande e minha mãe pediu que eu tivesse paciência por conta do conhecido dela que me arrumou o estágio. Ela ficaria com muita vergonha se eu saísse assim. Então uma colega da faculdade viu o que estava passando e arrumou um estágio pra mim na empresa dela. Mas eu precisava conversar com o conhecida da minha mãe antes. Ele já era de idade e já não ficava mais no escritório. Então, naquela semana, a mulher e o marido dela iriam viajar e ficar fora a semana toda. Eu fui até a casa do senhor, perguntei o que eles estavam achando de mim e disse que estava chateada pela forma como vinha sendo tratada. Mas não disse em momento algum o quanto ela me maltratava, disse que até que sabia que era o jeito dela ou que talvez ela não estivesse gostando da forma em como eu trabalhava. Ele disse que ela era realmente muito grossa e que eles haviam perdido clientes por causa dela. A forma como ele me contou me deu a entender que ele também não estava satisfeito com ela, mas que também não poderia fazer muita coisa já que ela era mulher do outro sócio. Eu disse pra ele que tinha a proposta de outro estágio e ele me liberou para fazer teste na outra empresa então e dar resposta pra ele depois. Eu fui. Fiquei 2 dias na outra empresa. Mas confesso que também não me senti muito bem lá. Na verdade acho que estava traumatizada com o que vinha acontecendo. Eu nunca havia sido tratada daquele jeito. E na UFTM todos elogiavam muito o meu trabalho. Eu realmente não entendia o que vinha fazendo de errado. Na semana seguinte, depois de ter ouvido tanto minha mãe pedir pra não sair do escritório, decidi continuar até terminar meu estágio obrigatório. Cheguei a conversar com o outro sócio a respeito do que estava acontecendo e ele me pediu paciência porque ela realmente era uma pessoa difícil e disse que se acontecesse algo eu poderia contar com ele. Quando a mulher voltou passou um dia me maltratando mas percebi que eles ainda não haviam falado com ela. Ela mudou totalmente no dia seguinte e passou a puxar assunto comigo. Eu não gostava muito disso, achava um tanto falso da parte dela mudar até o tom de voz do dia pra noite e conversar comigo como se fossemos amigas. Mas eu precisava cumprir minha carga horária do estágio, então precisava estar ali. O tempo passou e ela me tratou bem por um tempo, mas acho que depois cansou. No final do estágio eu já não aguentava mais e os últimos dias foram os piores. O escritório estava de mudança e os nervos dela estavam a flor da pele. Meu último dia no estágio era o primeiro dia no imóvel novo do escritório. Eu me ofereci para ajudar até na limpeza, mas ela não deixou é claro, mas continuou me tratando como um animal. O marido dela me fez a proposta que eu não queria. Continuar fazendo estágio lá, porém remunerado dessa vez, já que o obrigatório havia terminado e assim que eu terminasse a faculdade, ou seja, no fim do ano, ele me contrataria como assistente contábil. Eu não queria mais ser estagiária, queria trabalhar de carteira assinada, 8 horas por dia e receber o salário inteiro. E além do mais, eu não queria trabalhar com a mulher dele. Mas eu não tinha muita escolha. Eu não havia conseguido outro emprego, meu estágio na UFTM estava no fim e não poderia mais ser prorrogado, eu precisava fazer algo no meu último ano da faculdade.
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Depois que entrei na faculdade veio uma chateação imensa. Talvez porque eu tenha criado expectativas tão grandes que não se concretizaram. Eu imaginei que quando eu terminasse o Ensino Médio, iria pra faculdade, teria um bom emprego, tiraria minha carteira de motorista e o resto viria com o tempo, simples assim (e olha que assim já não parece tão simples). Mas não foi assim que aconteceu. Eu entrei na faculdade cheia de dúvidas, não consegui um emprego e fiquei na luta por 1 ano inteiro. Me sentia tão mal, porque via meus colegas de turma trabalhando e com um realidade diferente da minha. Fiz várias entrevistas durante o ano e não fui chamada para nenhum emprego. Comecei a me sentir um lixo e que não servia pra nada. Ninguém queria me contratar. Depois de 1 ano de espera eu consegui um estágio na Universidade Federal da minha cidade. Eu fiquei tão contente. Mas era só um estágio, não tinha chances de contratação porque era só através de concurso público e recebia muito pouco. Mas pelo menos eu "trabalhava" somente 4 horas por dia, ganhava um dinheirinho e aprendia alguma coisa na minha área. Lá eu conheci pessoas incríveis que me ajudaram muito. Tirei minha carteira de motorista que meu Deus, foi um sofrimento danado também. Eu só consegui passar na quarta tentativa e depois da minha fazer uma promessa que até hoje não pagou. Com o tempo eles aumentaram minhas horas do estágio para 6 horas diárias e eu ganhava um pouco mais. Nessa época eu tinha acabado de conseguir minha habilitação e então peguei meu dinheiro e comprei um guarda-roupa que eu precisava tanto e estava sonhando há um tempão. Comprei um bem grande que cabia tudo meu nele, só que ele mal cabia no meu quarto, mas deu tudo certo. Quando eu comecei o meu segundo ano de estágio, eu já reclamava porque queria um emprego. Queria ganhar mais e ser com os meus colegas da faculdade. Queria trabalhar para comprar uma casa com o Daniel e a gente casar depois da faculdade. Mas não deu certo. E então eu resolvi dedicar aquele ano a minha saúde. Comecei a me alimentar melhor e entrei na academia. Nossa eu gostava tanto de ir na academia. No começo eu tinha vergonha e o Daniel começou a ir comigo. Mas com o tempo ele viu que não daria certo o horário dele porque ele precisava ficar até mais tarde na loja. Então eu tive que ir sozinha. Foi ruim no começo mas eu me acostumei e até preferi com o tempo. Estava tudo indo bem até o segundo semestre do ano começar. Eu estava no sexto período da faculdade e precisava fazer meu estágio supervisionado e obrigatório da faculdade. Então minha mãe conversou com um conhecido dela e ele me arrumou um estágio no escritório de contabilidade dele. Tive que pedir então para reduzir minhas horas diárias no estágio da UFTM porque ele não valia na faculdade, então eu teria que fazer 2 ao mesmo tempo. Daí começou minha frustração. A maioria que trabalhava na faculdade não fez o estágio obrigatório. A empresa onde eles trabalhavam assinou como se assim tivessem feito e eles fizeram o relatório como se assim tivessem feito. Só que a rotina deles não mudou em nada. A minha sim. Eu tive que fazer 2 estágios ao mesmo tempo, recebendo somente por 1 e menos do que o que eu recebia antes. Ainda dei um jeitinho de continuar a academia, mesmo sendo cansativo. Só que o pior de tudo isso que aconteceu ainda estava por vir.
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Bom dia!

Seguimos mais um dia de trabalho. Estou aqui para desabafar um pouco porque acredito que escrevendo da pra aliviar.
Hoje deve ter mais ou menos 1 mês e meio que trabalho na Vértice, ainda não sou registrada porque tenho dúvidas se quero continuar aqui. Mas no momento eu não vejo outra saída. Tinha esperanças de ir para Uberlândia morar com o Daniel e conseguir algo melhor lá. Tenho noção dos riscos, mas acredito que seria melhor do que ficar aqui. A rotina tem sido maçante demais. Todos os dias acordo às 05:20 pego um ônibus cheio de adolescentes chatos que ficam gritando e chego aqui antes das 07:30. Não consigo dormir no meu almoço e quando consigo me sinto mal porque não posso dormir mais e logo preciso acordar. Depois eu saio daqui e vou para a faculdade. Não todos os dias. Às vezes eu preciso sair e ir correndo fazer aula de moto para tirar carteira. Eu tenho muita dificuldade porque sou muito nervosa e já reprovei 2 vezes. A de carro tive muitas dificuldades e a de moto ta sendo complicadíssima também. Depois tenho que sair e ir pra faculdade correndo e já perco mais ou menos 20 min de aula. Nos dias que tem exame eu nem consigo ir a aula, porque fico muito chateada e não consigo fazer mais nada no resto do meu dia além de chorar e lamentar o meu fracasso.
Estou chateada também porque vou ver o Daniel pouquíssimas vezes daqui pra frente. Eu estava acostuma a ver ele todos os dias na faculdade e nós saíamos todos os domingos. Mas ele ter mudado pra lá é bom. É um salto pra carreira dele e agora ele é totalmente independente, mais do que já era quando morava com seus pais. E tudo o que ele tem conquistado ele divide comigo. É uma pessoa incrível. Amanhã fará 5 anos e 9 meses que eu namoro o Daniel. Vou contar como nos conhecemos.
Nos conhecemos no dia 04 de fevereiro de 2013 no curso Técnico em Administração que nós fizemos. Eu tinha 15 anos (ia fazer né) e ele 16. De início eu não ia muito com a cara dele. Ele era o tipo que brincava com todo mundo e eu era tímida demais pra gostar das brincadeiras dele. Com o tempo ele me mostrou ser uma pessoa diferente. Um dia em uma aula vaga em que o professor tinha faltado, ele nos contou uma história sobre nunca ter namorado porque queria namorar quando soubesse que era a pessoa certa e que ele gostasse de verdade. Depois desse dia, tive uma visão diferente sobre ele e nós viramos amigos. Conversávamos todos os dias sobre todos os assuntos. Com o tempo fomos nos aproximando mais e com a ajuda de uns amigos nós começamos a namorar. Confesso que não parei pra pensar em como seria no futuro e se namoraríamos por 3 meses ou 3 anos, ou se casaríamos e ficaríamos juntos por muito tempo ou pra sempre. Mas eu tinha só 15 anos e simplesmente deixei acontecer, como eu queria que fosse.
Nós mudamos muito desde então. Ele amadureceu tão mais rápido que eu. Assim que terminamos o nosso curso, que durava 1 ano, ele começou a trabalhar em um pet shop. E deu muito certo porque ele é apaixonado por animais. Depois a empresa faliu e ele foi trabalhar em um outro pet shop maior e lá cresceu tanto. Começou como atendente, depois se tornou chefe de atendimento, supervisor administrativo e agora ele recebeu a proposta pra ser gerente da loja em Uberlândia. Tirou a habilitação dele de carro, de moto, comprou a moto dele. Eu o admiro muito. É totalmente responsável mesmo sendo brincalhão e me fazendo rir muito o tempo todo. Eu não amadureci como ele. Assim que terminei o curso, fui fazer um outro. Técnico em Química. Durou 2 anos e eu terminei ele junto com o Ensino Médio. Quando fui para a faculdade tive muitas dúvidas e no fim das contas fui fazer administração junto com o Daniel. Ele já tinha certeza do que queria, mas eu, confesso que até hoje tenho dúvidas.
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19 anos, aquariana e mineira. Estudante de Administração. Ama animais, séries, viagens e fotografias.

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